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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Leonardo Vinhas escolhe cinco discos


Leonardo Vinhas escolhe cinco discos

Leonardo Vinhas
Leonardo Vinhas é diretor de redação responsável por uma série de publicações customizadas na New Content Editora e Produtora. É também autor de livros, "As Pérolas que Enriquecem os Porcos" (independente, 2000) e o recém-lançado "O Estuprador Deprimido e Outras Pessoas Comuns" (Editora Multifoco, 2012). Musicalmente se considera um rocker – o que implica ouvir várias coisas que não tem nada a ver com o rock’n’roll. Assina a coluna Conexão Latina no site Scream & Yell, onde também dá um jeito de entrevistar artistas que admira, além de resenhar livros, discos e quadrinhos – e bem raramente, escrever uma crônica ou outra. Para essa seleção do Blog Sonora, optou por listar “underdogs”, discos que ficaram meio esquecidos, mas que, por razões pessoais e musicais, frequentam sua mente e coração. São cinco discos (mais um). 

Alejandro Sanz divulga “La Música No Se Toca” no Brasil


Alejandro Sanz divulga “La Música No Se Toca” no Brasil


Por Andrea Barbosa


 De passagem pelo Brasil, o cantor espanhol reservou um tempo em são Paulo para responder algumas questões sobre seu novo álbum, sua relação com os fãs brasileiros e seu sucesso internacional sem nunca ter criado músicas em outras línguas, além da sua.


 “La Música No Se Toca” é seu nono disco de estúdio e o primeiro que lança pela Universal Music. Na edição brasileira, Alejandro Sanz assinou faixas em parceria com Ana Carolina, Ivete Sangalo, e Roberta Sá, das quais se expressou muito bem: “Estou apaixonado por cada uma delas”, revela, “A Ivete Sangalo tem aquele carisma que vocês brasileiros conhecem bem, a Ana Carolina tem aquela voz incrível de lua cheia, e Roberta Sá é doce e uma harmonia incomparável em sua música”. Apesar de estar sempre aberto a novas parcerias brasileiras, confessa que gostaria de poder em cantar em português, mas descarta a possibilidade devido ao seu sotaque pesado.


 Trabalhando pela primeira vez com o produtor Julio Reyes, requisitado por artistas como Nelly Furtado, Marc Anthony e Jennifer Lopez, o cantor contou que a primeira semana de produção se baseou em alternar copos de vinho, água, conversas para definir o que poderiam criar juntos e só depois partiram para os instrumentos.


 Explicando sobre a faixa principal que dá nome ao álbum, o espanhol  diz que o resultado foi uma letra poética que trata sobre sua relação com a música. “Não importa o que aconteça com o mundo, a música sempre permanece, tem um poder incomparável”, revela o cantor. Ainda sobre a criação de suas letras românticas, ele acrescenta: “Ao fazer música, coisas incríveis acontecem, como pequenas homenagens, coisas mágicas. O artista está sempre procurando a canção mais bela do mundo, e pra isso qualquer artimanha vale”.


 Uma das músicas do álbum, “Yo Te Traigo…20 Años", é a segunda parte de “Tu Letra Podré Acariciar”, escrita há duas décadas em agradecimento aos seus fãs. Entrando nesse assunto, Sanz se diz eternamente grato por ser tão amado no Brasil, já que é o único país da América Latina que não é hispanohablante. “O importante é a mentalidade, se a gente for com a ideia de que você não será aceitado em algum lugar, as coisas não acontecem. Ana Carolina, por exemplo, seria muito bem recebida em Espanha, então porque não levar música diferente pra cada canto do mundo? Ficaria muito mais colorido (risos)!”. Shows no Brasil? "Acredito que em março, mas devo vir antes disso, já que a Ivete me chamou pra cantar com ela no carnaval!", brinca.


 Ao ser questionado sobre o que ouve em casa, o cantor ouve algumas coisas brasileiras, como Caetano VelosoGilberto Gil Djavan, mas se considera um apaixonado por rock: Led ZeppelinJudas PriestAC/DC, e Eddie Van Halen. Inclusive comenta que a sua guitarrista, uma apaixonada por Van Halen, foi a que trouxe a pegada de rock que ele estava precisando. Falta alguma coisa pro cantor? Depois de uma pequena pausa pra pensar, ele responde muito determinado: “Fazer a música mais bela do mundo. A gente não pode parar, eu quero seguir caminhando e poder sempre dividir o palco com quem tenha algo para dizer. Quem sou eu pra negar uma palavra a alguém?”. 


terça-feira, 21 de agosto de 2012

DIREITOS AUTORAIS – WEB RÁDIOS


Em tempos modernos a internet passou a ser indispensável no cotidiano das crianças, jovens e adultos. Este portal de informação oferece ao usuário, além de um conteúdo vasto, diversos atrativos como sites de relacionamentos, jogos on line, vídeos, dentre outros.
A música, naturalmente, não poderia estar de fora. Após a costumeira prática de downloads de músicas, cresce o número de sites que disponibilizam web rádios 24h. A programação das rádios são geralmente apresentadas no próprio site, de forma que o usuário tem a liberdade de escolher qual a programação deseja escutar.
Indiscutíveis os benefícios que os usuários têm ao seu dispor. Todavia, a pergunta que se faz é quanto à legalidade de tal serviço.
As rádios convencionais FM (Frequência Modulada) e AM (Amplitude Modulada) necessitam de concessão para funcionamento, uma vez que utilizam o espectro de radiofrequência, um bem natural, limitado e que necessita de critérios bem definidos, de forma a otimizar o seu uso, conforme dispõe o texto da lei 4.117/62, que define os diversos tipos de emissoras de radiodifusão bem como estabelece as condições para a outorga desses serviços pelo poder público.
As rádios via web não sofrem incidência da referida lei, uma vez que a veiculação do conteúdo em áudio é transmitido, na íntegra, por redes de internet, previamente autorizadas e, portanto, na condição de um serviço de valor adicionado, o que descaracteriza suas operações como serviços de telecomunicações. Nessas condições, o serviço de transmissão de web rádios não depende de autorização do poder publico.
Não se pode confundir o meio de transmissão, que independe de prévia autorização estatal, com o conteúdo das transmissões, destacando-se, essencialmente, as músicas, cujos critérios de utilização estão previstos em legislação diferenciada e específica que trata dos direitos autorais.
Via de regra todo autor tem direito a aquiescência de determinadas quantias sobre suas obras veiculadas nos meios de comunicações disponíveis.
O ECAD, Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, criado pela Lei Federal no 5.988/73, mantido sob à égide da Lei 9.610/98 é o órgão autorizado a arrecadar tais valores, pelas músicas transmitidas em rádios, televisão, shows etc.
Nos Estados Unidos o ordenamento jurídico contempla de forma específica a regulamentação do pagamento de royalties sobre as músicas executadas por rádios via web. No Brasil a legislação não é específica, gerando conflitos doutrinários.
A lei 9.610/98 não apresenta um regulamento expresso sobre o webcasting (transmissão de sons e imagens via internet), todavia por meio de interpretação analógica, diversos operadores do direito e o próprio ECAD têm entendido sobre o alcance da supracitada lei, quando sob à égide de seus artigos 5º e 29, aduz, in verbis:

segunda-feira, 13 de agosto de 2012


O projeto VIR.US (Virtual Us) do DJ artista do D-droidD-J, integrante do selo Yoshitoshi da dupla de sucesso Deep Dish, e do V-DroiD-J, atua há mais de 15 anos no mercado, tocando em eventos e clubs como Planta Atlântida Festival, Claro Subvisions, VIVO Next Level, Fulltronic, Cozumel, Jimbaran e ao lado de grandes nomes internacionais como Ferry Corsten, Above and Beyound, Flash Brothers, Gareth Emery, Steve Lawler, Steve Aoki, John Digweed, EDX, Ronski, Speed, Desyn Masiello, Kyau&Albert, Thrillseekers, Infected Mushroom, dentre outros.
VIR.US  foi carinhosamente apelidado como “Daft Pampas” pelos DJs da cena eletrônica do Rio Grande do Sul (RS), o projeto está dando o que falar e alçando vôos para fora do estado e do pais.
A primeira menção sobre eles em uma revista de circulação nacional foi feita por nada menos que André Sarate, em sua matéria na Mixmag de Carnaval.
Sarate declarou que o projeto VIR.US é uma de suas apostas de quem irá acontecer neste ano de 2012.
Recentemente a dupla VIR.US fechou um contrato com a gravadora e distribuidora Intergroove para editar suas músicas e gerenciar a carreira.


segunda-feira, 5 de março de 2012

Rádio Pirata é crime denuncie

Segundo o site Wikipédia, “uma rádio pirata é uma estação de radiodifusão em situação ilegal por não ter autorização de funcionamento expedida pelas autoridades governamentais competentes, ou seja, uma rádio é considerada pirata e portanto ilegal, quando não possui autorização (concessão) de serviço expedida pelo Ministério das Comunicações e licença para operar a radiofreqüência atribuída pela Anatel.” Nos últimos anos as rádios-piratas proliferaram de forma assustadora em todo o Brasil, a ABERT – Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão, estima que hoje operem aproximadamente 15 mil emissoras clandestinas em nosso país. O órgão responsável por fiscalizar e punir essas emissoras ilegais é a ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações, que apura as denúncias encaminhadas pela população e empresas do setor e envia os processos aos agentes federais para serem tomadas as medidas cabíveis.